Os Músicos

QUEM SÃO OS COTTAS?

Nos Cottas, todos os elementos são assumidamente e orgulhosamente músicos amadores. Praticamente todos ligados a múltiplas tarefas incluindo a direção associativa, fundem o conceito "Jazz" e o "fator tempo", um bem precioso e complicado gerir, no Dixieland a fonte de puro prazer e diversão. Noutras palavras, os "Cottas" são acima de tudo, um grupo de jovens, talentosos, dinâmicos, carolas, bem-dispostos... que fazem do Dixieland uma forma de estar, tocar e animar.

 

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Mario Rui Nunes (Cornetim/Vocalista), nasceu no ano em que Louis Amstrong "bateu as botas" e "sopra na gaita" desde que passou a ter penugem no sovaco esquerdo. A carreira musical de "amador" permitiu-lhe conciliar uma "orquestração escolar" de engenharia. Já no mundo profissional mas sem deixar de "dar no piston", experimentou "arranjos musicais" pela Holanda, EUA e Brasil. Foi no Dixie, pela vertente solta e sincopada, que encontrou o género de expressão musical de referência. Atualmente, aperfeiçoa a componente de equilibrista (circense), para um número de corneta na mala, em sapatos vermelhos sobre trapézio sem rede, acompanhado por um canto gregoriano timbrado de rouxinol africano.

Miguel Campos (Saxofone Tenor/Backing Vocals), oriundo da Xilovaquia, pais fértil em músicos de cabelinho lourinho, começou a tocar na "müžca lá do sítio", desde que tinha, sensivelmente, 15 palmos de altura (cada palmo tem 10 cm). Sofre da crise dos pré 40, que é estar muito ocupado em estudar para testes de matemática, filosofia e biologia... Alterna por isso a vida difícil de estudante com muitas selfies no instangram. Aspirante a cientista-mor-das-Barreiras, vai conciliando tamanha paixão, com o ensino clássico de saxofone. Gostava de jogar mais rugby, mas não o deixam tocar gaita nem no campo nem no balneário...

Jorge Maia (Sousafone), entre várias experiências musicais abraçado a bandolins, violas e cavaquinhos e após ter corrido a Europa de capa traçada, encontrou no Dixieland o elixir da juventude, as trovas e cantigas foram invadidas pelo Vintage e desde então o Sousafone passou a ser o seu confidente e companheiro de jornada. Vai com ele para todo o lado e viaja sempre em "out of size". O grave e as baixas frequências não o fazem passar ao lado e quando alguém está distraído leva sempre com um carinhoso cheirinho (campânula pela cabeça a baixo).

Hugo Margalho (Trombone/Backing Vocals) nascido e criado no Oeste durante a tumultuosa década de 70, começou a desenvolver as suas habilidades musicais na adolescência no Bombarral. Após experimentação de vários tipos de instrumentos musicais, algures nos anos 90 caiu em si e decidiu aprender a tocar trombone, instrumento que nunca mais largou. Atualmente, e após uma incursão por Coimbra, concilia a sua profissão de Contabilista, com a arte de bem esticar a vara.

João Faustino (Saxofone Soprano/Backing Vocals) é afável e sábio, embora grande, peludo, gordo, pesadão e dorminhoco, é um elegante mestre na execução do seu Saxofone. Noutras aventuras, já ensinou Mogli as leis da selva e inúmeras canções. Vive despreocupado com a vida e transmite aos seus companheiros os seus sábios conhecimentos, tais como: ‘Somente o Necessário’. Apesar da sua tamanha irresponsabilidade, acaba por acompanhar os seus colegas de formação nesta grande aventura do Dixieland.

Alexandre Maia (Washboard), nascido em 1985, teve a sua primeira experiência musical aos 12 anos, via Saxofone Alto na Filarmónica do Bombarral. Desde então sempre ligado à música, a partir de 2006 que ocupa o lugar de "percussionista móvel" no grupo, facto que veio a destacá-lo como um dos primeiros “washboardistas” regionais! O seu gosto pelo Vintage é também complementado com o amor e dedicação que tem pelo movimento Volkswagen "Vintage" dos anos 50/60. Como profissional da condução pertencente a uma das maiores empresas de transportes do País, tem também a função de conduzir o ritmo da Banda nos seus diversos estilos.

Tiago Fernandes (Banjo/Backing Vocals) o seu banjo acarreta a responsabilidade harmónica de agregar os improvisos melodiosos dos seus colegas. Abraça duas paixões: a química e a música. Como investigador os seus objetos de estudo são estruturas metal-orgânicas auto-organizadas funcionalizadas (MOFs), complexos de coordenação e suas aplicações tanto em catálise como em aplicações biomédicas. Na música foi em 2011 que encontrou nas raízes do dixieland uma forma de o concretizar e de o manter concentrado na sua interrupta procura pelo acorde mágico. Em espetáculos de palco, mostra o seu número de ilusionismo, transportando um autêntico laboratório de cordas, brindando os espectadores com banjo, guitarra, banjolim e a sua viola de caixa-de-charutos (cigar box guitar).

 

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CONTACTOS TELEFÓNICOS:  Mário Nunes:  96 585 07 50     |     Jorge Maia:  91 943 21 21

EMAIL: info@cottasclub.com

 

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